É possível evoluir um projeto de bicicleta estabelecido aderir os princípios básicos de simplicidade, funcionalidade, estilo e emoção?
Mostrando postagens com marcador arte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador arte. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Bicicletas penduradas na Estação Julio Prestes em São Paulo.
| Foto: Claus Stellfeld |
Quem chegar na Estacão Julio Prestes, no centro de São Paulo, vai se surpreender com cerca de 60 bicicletas suspensas por cabos de aços. Elas fazem parte da nova intervenção “Bicicletas”, montada pelo artista plástico Eduardo Srur e, apesar de mudarem o visual do local, praticamente ficam invisíveis na grandiosa estação.
Ao ser questionado sobre a forma que as bicicletas são vistas (ou não), Srur provoca: “As bicicletas não são para serem vistas de uma maneira prática e simples, como gostaríamos. As bicicletas propõem uma coisa maior que é justamente a invisibilidade que a gente tem em relação ao mundo.” E completa: ”essas bicicletas instaladas na arquitetura propõem uma faísca, uma possibilidade de reflexão em relação ao espaço em que você está, ao espaço em que você vive e se desloca o tempo inteiro. Se você notar, a maioria das pessoas está anestesiada, não percebe essa intervenção, essa é a primeira provocação”.
Ao ser questionado sobre a forma que as bicicletas são vistas (ou não), Srur provoca: “As bicicletas não são para serem vistas de uma maneira prática e simples, como gostaríamos. As bicicletas propõem uma coisa maior que é justamente a invisibilidade que a gente tem em relação ao mundo.” E completa: ”essas bicicletas instaladas na arquitetura propõem uma faísca, uma possibilidade de reflexão em relação ao espaço em que você está, ao espaço em que você vive e se desloca o tempo inteiro. Se você notar, a maioria das pessoas está anestesiada, não percebe essa intervenção, essa é a primeira provocação”.
Assinar:
Postagens (Atom)